Portão automático arrastando no chão PPA em Vila Guilherme

    Portão automático arrastando no chão PPA em Vila Guilherme — assistência técnica especializada em PPA, atendimento rápido em Vila Guilherme, peças originais e instalação por técnicos credenciados.

    Conserto e instalação de portão automático em Vila Guilherme

    portão automático arrastando no chão ppa em vila guilherme feito por especialistas em Vila Guilherme

    O caso de Placa central de comando queimada é típico de quem mora ou trabalha em Vila Guilherme, principalmente em imóveis com portão de uso intenso. A nossa empresa atende exatamente esse perfil: chamados urgentes, diagnóstico preciso na primeira visita e reparo executado no mesmo dia, sem retorno desnecessário e sem aquela enrolação de "vou ver e te aviso depois".

    Como resolvemos esse tipo de chamado

    Para o quadro de Placa central de comando queimada, o passo a passo do nosso técnico em Vila Guilherme é claro: avaliação visual da estrutura, teste elétrico da central, verificação dos fins de curso e leitura da corrente do motor sob carga. Esse procedimento elimina os erros mais comuns de oficinas que só "trocam por trocar".

    A intervenção indicada na grande maioria dos casos é Manutenção preventiva e reparos básicos de motor de portão, com peça nova, garantia de 1 ano sobre o serviço e nota fiscal. Trabalhamos com plantão em Vila Guilherme inclusive aos finais de semana — um diferencial importante para condomínios e comércios que não podem parar.

    Atendimento que cabe na sua rotina em Vila Guilherme

    Nosso plantão de portão automático arrastando no chão ppa em vila guilherme foi montado para quem não pode perder o dia inteiro esperando técnico. Agendamos por janela curta, ligamos antes de sair, executamos o serviço e entregamos o portão funcionando 100% — tudo em uma única visita sempre que possível.

    Veja como funciona na prática

    Assista a este vídeo rápido com dicas de manutenção e operação do seu portão automático.

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    Serviço de manutenção de portão automático executado em Vila Guilherme
    Serviço de manutenção de portão automático executado em Vila Guilherme

    Perguntas Frequentes sobre Portão automático arrastando no chão PPA em Vila Guilherme

    Quanto custa um motor para portão eletrônico? Qual o melhor motor para abrir portão?

    O que é a corrente de surto (Inrush Current) na partida de motores de indução de portão e como ela afeta o dimensionamento elétrico de disjuntores e fiação?

    A corrente de surto, tecnicamente conhecida no setor elétrico como *Inrush Current* ou corrente de partida com rotor travado, é um fenômeno físico inevitável que ocorre no milissegundo em que um motor elétrico de indução monofásico (padrão na maioria dos automatizadores residenciais) sai do estado de repouso absoluto para iniciar o movimento. Quando a central eletrônica envia tensão para o estator, o motor comporta-se temporariamente como um transformador em curto-circuito, pois não há força contra-eletromotriz gerada pela rotação do rotor. Isso faz com que a corrente elétrica inicial disparada na fiação seja de **5 a 8 vezes maior** do que a corrente nominal de trabalho contínuo do motor. Por exemplo, se um motor de portão de 1/3 HP consome cerca de 3 Ampères enquanto movimenta o portão de forma estável, a sua corrente de surto no instante zero de partida pode atingir picos de 15 a 24 Ampères por uma fração de segundo. Esse pico de corrente drástico exige um dimensionamento elétrico rigoroso da rede que alimenta o motor para evitar quedas de tensão localizadas e desarmes de proteção falsos. Se a fiação instalada possuir uma seção transversal (bitola) inferior à recomendada — como o uso incorreto de fios de 1,0 mm² em distâncias longas —, a resistência do cabo causará uma queda de tensão severa no instante da partida. Com a tensão baixa na placa, o motor perde torque de partida, ronca e pode não conseguir movimentar o portão. Portanto, a instalação elétrica residencial deve utilizar cabos de cobre de bitola mínima de **2,5 mm²** dedicados exclusivamente para o circuito do portão. O disjuntor de proteção instalado no quadro elétrico deve ser obrigatoriamente de **Curva C** (indicado para cargas indutivas), pois essa categoria de disjuntor termomagnético possui um retardo magnético projetado especificamente para tolerar picos de corrente de curta duração sem desarmar, garantindo a proteção contra curto-circuitos reais sem interromper a operação legítima do portão automatizado.

    Motor de portão faz o portão cair?

    Por que o motor do portão faz um barulho de "estalo" ao começar a subir?

    Qual motor mais forte, 1/3 ou 1/4?

    Qual a diferença real entre um motor de 1/4 HP e um de 1/2 HP para o uso diário em residências?

    Como saber a motor ideal para o portão?

    Encontrar o automatizador ideal para um portão exige mapear a sintonia perfeita entre a mecânica da serralheria e a eletrônica de potência do motor elétrico. O processo técnico inicia-se pela pesagem ou estimativa precisa da massa física da folha do portão: estruturas tubulares ou grades de alumínio de até 300 kg aceitam motores residenciais padrão de 1/4 HP. Portões maciços de ferro, madeira ou chapa cega que pesam entre 300 kg e 500 kg exigem potências de 1/3 HP para garantir torque de arranque suficiente. Estruturas industriais ou comerciais de grande porte que excedem 600 kg demandam motores pesados de 1/2 HP ou 1 HP. O segundo passo avalia a frequência de uso (ciclos de abertura por hora): residências com até 3 veículos operam perfeitamente com motores monofásicos comuns de corrente alternada (baixo fluxo). Prédios residenciais, condomínios verticais e portarias de empresas com alto fluxo de entrada e saída exigem obrigatoriamente a instalação de motores com tecnologia de inversores trifásicos rápidos (JetFlex ou Speed) ou motores Brushless de corrente contínua, que trabalham frios e possuem especificação técnica de ciclo contínuo de 100%. Por fim, deve-se casar o tipo de abertura com o curso mecânico: o trilho de alumínio ou fuso do motor deve possuir comprimento geométrico correspondente à largura do portão deslizante ou à altura do portão basculante para garantir abertura total do vão sem forçar a mecânica do cursor nos limites mecânicos.

    Motor de portão vem com manual?

    Posso instalar dois motores no mesmo portão?

    O que é e como diagnosticar a queima do estator (bobinamento de cobre) de um motor de portão automático e quais fatores aceleram essa falha?

    O estator é o coração eletromecânico do automatizador de portão, composto por um núcleo de chapas de aço silício ranhuradas que abrigam bobinas feitas de fios de cobre esmaltado enrolados com precisão. A função do estator é converter a energia elétrica da rede em um campo magnético rotativo que induz a rotação do rotor central. A falha ou "queima" do estator ocorre quando o isolamento do esmalte que recobre os fios de cobre é degradado, permitindo que ocorra um curto-circuito entre as espiras do bobinamento ou entre o cobre e o núcleo de ferro (curto para a massa). O diagnóstico profissional dessa falha exige a utilização de um multímetro digital configurado na escala de resistência ôhmica ($\Omega$). Com o motor desconectado da energia e da central de comando, o técnico deve medir a resistência entre os três fios do motor (geralmente identificados pelas cores padrão azul, preto e branco ou vermelho, amarelo e preto, correspondendo ao fio comum, sentido abre e sentido fecha). Em um estator perfeitamente saudável, a soma das resistências medidas entre o fio comum e cada um dos fios de sentido deve ser exatamente igual à resistência medida entre os dois fios de sentido. Se o multímetro registrar circuito aberto (infinito), significa que o filamento interno de cobre se rompeu devido a superaquecimento. Se registrar um valor próximo a zero, há um curto-circuito interno. Medindo também entre qualquer um dos fios e a carcaça metálica do motor, a resistência deve ser infinita; qualquer valor abaixo disso indica que o motor está em curto com a terra, o que costuma desarmar o disjuntor da residência ou queimar o fusível de proteção da placa eletrônica. Os fatores que mais aceleram a queima do estator são o excesso de ciclos de acionamento sem tempo de resfriamento térmico (estouro do duty cycle), capacitores de partida esgotados que forçam o motor a roncar sem sair do lugar, rolamentos travados que travam o rotor mecânico e a infiltração de água pluvial dentro da carenagem de plástico por falhas de vedação ou instalação em locais sujeitos a alagamentos.

    O motor esquenta muito durante o uso?

    Como programar o controle remoto?

    Como funciona a função de exclusão de controles perdidos na memória da central do portão automático e por que não é possível apagar apenas um controle específico sem o painel digital?

    A gestão de segurança dos códigos de radiofrequência autorizados a acionar um portão eletrônico residencial ou condominial é realizada por meio de uma memória não-volátil do tipo EEPROM integrada ao microcontrolador principal da central eletrônica de comando (como as placas Garen Wave ou PPA Pop). Quando um novo controle remoto é cadastrado (gravado), a placa captura a sequência binária única transmitida pelo chip do controle e a armazena em um endereço de índice sequencial dentro dessa memória interna. Um problema de segurança crítico ocorre quando um morador perde o seu controle remoto na rua ou tem o chaveiro roubado: o dispositivo perdido continua sendo uma chave válida capaz de abrir o portão do imóvel a qualquer momento. Para solucionar essa vulnerabilidade, o usuário precisa efetuar o procedimento de exclusão de memória. Nas centrais eletrônicas analógicas convencionais de baixo custo, **não é tecnicamente possível deletar as informações de apenas um controle remoto específico de forma isolada**. Isso ocorre porque essas placas simples não possuem uma interface de tela (display digital ou visor LCD) que permita ao técnico navegar visualmente pelos endereços de memória para identificar qual ID de bit corresponde ao controle que foi perdido. O microprocessador lê a memória como um bloco de dados consolidado. Portanto, para eliminar o controle perdido nessas placas, o usuário é obrigado a executar o comando de **Reset Total de Memória** (geralmente mantendo pressionado o botão 'PROG' ou 'CR' da placa por cerca de 10 a 15 segundos até que os LEDs indicadores pisquem confirmando a limpeza). Esse comando limpa a tabela inteira da EEPROM de uma vez só, apagando o controle perdido, mas também invalidando todos os outros controles remotos legítimos dos outros moradores da casa. Após o reset, torna-se obrigatório recolher todos os controles restantes e cadastrá-los um por um novamente na placa. Esse retrabalho massivo só é evitado em centrais eletrônicas condominiais premium de alta linha ou que utilizem displays digitais programadores externos (como as centrais inversoras com displays da Peccinin Nice ou programadores PPA PROG), onde cada controle é gravado associado ao número do apartamento ou nome do morador, permitindo que o administrador localize o endereço exato do controle perdido e delete estritamente aquela linha da memória sem afetar o restante dos usuários do condomínio.

    Como configurar o fechamento automático no motor Peccinin?

    Qual a diferença prática entre tração por corrente de rolos, cremalheira de nylon e tração por fuso de rosca sem-fim nos diferentes tipos de motores de portão?

    Os três principais sistemas de transmissão de força mecânica utilizados pela engenharia mecânica para converter o movimento rotativo do induzido do motor no deslocamento linear da folha do portão são: a corrente de rolos metálica, a cremalheira de dentes plásticos ou metálicos e o fuso de rosca sem-fim. Cada um desses métodos possui características operacionais, níveis de ruído, necessidades de manutenção e aplicações estruturais completamente distintas no ecossistema de automação. O sistema de tração por corrente de rolos (comumente encontrado em automatizadores basculantes verticais residenciais antigos e motores industriais de alta robustez) opera de forma semelhante à transmissão de uma motocicleta. A corrente oferece uma resistência mecânica altíssima ao tracionamento e permite vencer cursos de elevação elevados com facilidade. Contudo, apresenta desvantagens severas em ambientes residenciais modernos: exige lubrificação constante com óleos graxos para não gerar ruídos metálicos estridentes, sofre desgaste por estiramento dos elos ao longo do tempo (necessitando de esticadores manuais periódicos) e possui maior inércia física nas frenagens rápidas. Já o sistema de tração por cremalheira (padrão absoluto em motores deslizantes de correr das marcas Garen, PPA, Rossi e AGL) baseia-se no engrenamento direto entre o pinhão de alumínio do motor e uma régua dentada fixada ao longo de todo o comprimento do portão. Quando a cremalheira é feita de nylon de alta engenharia preenchido com fibra de vidro, ela oferece um funcionamento extremamente silencioso, dispensa totalmente lubrificação externa, absorve choques e possui excelente custo-benefício de manutenção. Por fim, o sistema de tração por fuso de rosca sem-fim (utilizado obrigatoriamente em motores do tipo pivotante de pistão e em automatizadores basculantes modernos de alta performance, como os modelos verticais da Peccinin Nice) opera por meio de um longo eixo de aço usinado com rosca helicoidal que rotaciona dentro de uma porca de tração interna fundida em bronze de alta resistência. O sistema por fuso oferece um controle de precisão geométrica milimétrico incomparável, é o sistema mais seguro contra arrombamentos físicos (pois a rosca helicoidal possui propriedade mecânica irreversível, impedindo que o portão seja empurrado manualmente por fora) e apresenta uma durabilidade industrial superior, desde que a graxa grafitada interna seja mantida em níveis adequados de vedação.

    O portão pode abrir para fora da calçada?

    Quais os riscos de instalar o motor do portão deslizante invertido (de cabeça para baixo) e quais os cuidados de engenharia necessários nessa modalidade de fixação?

    A instalação de um automatizador de portão deslizante de forma invertida — isto é, fixado de ponta-cabeça no topo do portão, tracionando uma cremalheira voltada para cima presa na parte superior do quadro metálico — é uma solução arquitetônica de serralheria adotada em cenários específicos onde há restrições severas de espaço no chão da garagem, risco recorrente de inundações pluviais que submergiriam o motor na calçada, ou por exigências estéticas de fachadas limpas. Contudo, essa modalidade de fixação impõe riscos mecânicos severos que violam as premissas de projeto originais dos fabricantes (como PPA, Rossi e Garen), exigindo cuidados de engenharia rigorosos para não destruir a máquina. O primeiro e maior risco está relacionado à gravidade e à lubrificação interna do motor. Os motores de portão são projetados para trabalhar assentados na posição horizontal padrão, onde a graxa ou o óleo lubrificante interno permanecem depositados por gravidade no fundo do cárter, banhando de forma constante o parafuso sem-fim e a coroa de bronze. Ao inverter o motor em 180°, todo o lubrificante escorre para a tampa superior do motor. Isso faz com que os retentores do eixo do induzido fiquem sob pressão hidráulica constante, gerando vazamentos que gotejam óleo diretamente sobre os componentes elétricos da placa eletrônica de comando instalada logo abaixo, causando curtos-circuitos imediatos e queima de processadores. Paralelamente, as engrenagens de redução passam a trabalhar a seco no topo, gerando superaquecimento por atrito e espanamento precoce dos dentes de bronze. Para viabilizar uma instalação invertida segura, o instalador deve obrigatoriamente adotar três medidas protetivas: primeiro, utilizar exclusivamente motores cujo fabricante certifique a vedação interna para operação multi-posição ou que utilizem graxa grafitada sintética de alta aderência que não escorre com a gravidade. Segundo, a furação de fixação do suporte aéreo na viga estrutural deve ser ultra-robusta, calculada para suportar não apenas o peso estático do motor, mas também o torque reverso e a vibração mecânica de partida que tenderão a arrancar o suporte da parede. Por fim, a placa eletrônica central de comando deve ser removida de dentro do motor e instalada externamente dentro de uma caixa de proteção plástica com grau de proteção IP65 fixada na parede lateral, protegida contra o gotejamento de óleo do motor e infiltrações de água de chuva.

    Como ajustar a força do motor Rossi (Embreagem)?

    Diferença entre o motor basculante residencial de 1/3 HP e o industrial de 1/2 HP?

    O que causa a queima do relé de partida na placa eletrônica do portão e por que o motor fica ligando sozinho ou não desliga mais?

    Qual a vida útil de um motor elétrico?

    A vida útil real de um automatizador de portão eletrônico das marcas líderes de mercado (PPA, Garen, Rossi, Peccinin) varia de **5 a mais de 10 anos**, estando diretamente condicionada à qualidade do dimensionamento inicial da potência, à execução correta da instalação elétrica e mecânica e à regularidade das manutenções preventivas realizadas na estrutura da serralheria. O motor elétrico em si (o estator e o rotor) possui uma durabilidade altíssima se trabalhar dentro de seus limites térmicos e elétricos de projeto. No entanto, os fatores que abreviam de forma drástica a vida útil e causam a queima prematura ou falha mecânica catastrófica do equipamento são externos ao motor: operar com capacitores de partida esgotados (que forçam o estator a roncar e superaquecer sem sair do lugar), falta de lubrificação de graxa grafitada nas caixas de redução internas de bronze, e trilhos ou cabos de aço danificados que impõem uma sobrecarga física contínua sobre o motor. Um portão basculante operando desbalanceado nas caixas de contra-peso, por exemplo, força o motor a exercer o triplo do torque nominal durante a subida, reduzindo a durabilidade das engrenagens internas e estator de 8 anos para menos de 12 meses devido ao estresse de cisalhamento mecânico contínuo e fadiga térmica dos fios de cobre. Realizar uma revisão semestral com troca de capacitores, verificação de sensores de fim de curso e lubrificação seca dos trilhos com grafite estende a vida útil de todo o ecossistema de automação ao seu limite máximo de engenharia.

    Por que o portão eletrônico perde a configuração da rampa de frenagem?

    Qual o valor de um motor para colocar no portão?

    Como identificar o "Fio Comum" do motor de portão?

    Posso ter mais de um controle remoto?

    Problemas com seu motor?

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    Sintomas comuns e o que fazer em Vila Guilherme

    Antes de chamar o técnico, veja se o seu problema se encaixa em algum destes casos. Atendimento técnico próprio em Vila Guilherme — sem terceirização.

    Quando o portão eletrônico não responde ao controle remoto em Vila Guilherme

    Atendimento especializado para quando o portão eletrônico não responde ao controle remoto: trocamos pilhas, reprogramamos códigos e, se necessário, substituímos a placa receptora no mesmo dia. Em Vila Guilherme costumamos resolver esse tipo de chamado em uma única visita.

    Cabo de aço partido ou portão fora do trilho em Vila Guilherme

    Fazemos troca de cabo de aço partido e manutenção de portão automático pesado ou fora do trilho. Reposicionamos a folha, alinhamos os rolamentos e regulamos o fim de curso. Esse é o tipo de serviço que não dá pra adiar — o portão fora do trilho pode despencar.

    Portão fazendo barulho estranho ou abrindo muito devagar em Vila Guilherme

    Se o motor está fazendo um barulho diferente do normal ou demorando mais que o habitual para abrir, geralmente é capacitor envelhecido, engrenagem sem lubrificação ou cremalheira gasta. Nosso técnico em Vila Guilherme chega com as peças mais usadas já na van.

    Conserto de motor de portão basculante e deslizante em Vila Guilherme

    Atendemos os dois tipos de portão mais comuns em Vila Guilherme: basculantes residenciais (aqueles que sobem) e deslizantes de correr (com cremalheira). Trabalhamos com motores PPA, Rossi, Garen, Peccinin e DZ — originais e com garantia.

    Garantia e Segurança para quem mora em Vila Guilherme

    Compromissos institucionais que valem para cada chamado em Vila Guilherme.

    Garantia de 1 ano em peças e serviço

    Cobertura contratual em todos os motores instalados e reparos executados pela equipe técnica.

    Técnicos credenciados e treinados de fábrica

    Equipe própria, uniformizada, com treinamento oficial nos padrões PPA, Rossi, Garen e Peccinin.

    Atendimento em regiões da Grande São Paulo

    Capital, Guarulhos, Osasco e demais municípios da região metropolitana.

    Nota fiscal em todos os serviços

    Emissão de NF-e para pessoa física e jurídica em cada instalação ou reparo executado.

    Peças originais na van do técnico

    Capacitor, controle, placa e cremalheira embarcados — sem espera por pedido separado.

    25 anos de experiência no segmento

    Empresa especializada em automação de portões residenciais, prediais e industriais desde 1999.

    Perguntas Frequentes — Portão Automático em Vila Guilherme

    Como solicitar conserto rápido de portão elétrico em Vila Guilherme?

    Em Vila Guilherme mantemos equipes técnicas próprias circulando pela região com peças de reposição já na van (capacitores, placas, controles remotos, cremalheiras e correntes). Após o contato pelo WhatsApp, despachamos o técnico mais próximo, com tempo médio de chegada entre 40 e 90 minutos no atendimento de urgência. O orçamento é feito no local, sem custo de visita quando o reparo é aprovado. Solicitar atendimento agora →

    Meu portão PPA travou aqui em Vila Guilherme, vocês atendem hoje?

    Sim, atendemos chamados de portão PPA travado em Vila Guilherme, São Paulo, no mesmo dia. Quando o motor PPA trava em meio curso geralmente é capacitor de partida fraco, fim de curso desregulado ou placa Triflex queimada. O técnico chega com capacitor 12µF e placa de reposição na van, e na maioria dos casos resolve em uma única visita. Chamar técnico agora →

    O que fazer quando o motor PPA fica estalando ou travado em Vila Guilherme?

    Estalos e travamentos em motores PPA em Vila Guilherme costumam ter três causas: (1) cremalheira ou pinhão desgastados, que perdem os dentes e travam o curso; (2) capacitor de partida fraco, que faz o motor zumbir sem girar; (3) falta de lubrificação nas engrenagens ou trilho sujo. Desligue o portão da tomada e chame um técnico antes que o problema queime a placa eletrônica.

    Vocês instalam motor novo de portão em Vila Guilherme no mesmo dia?

    Sim. Em Vila Guilherme mantemos estoque de motores PPA, Rossi, Peccinin e Garen prontos para instalação no mesmo dia para portões basculantes, deslizantes e pivotantes residenciais. A instalação completa leva de 2h a 4h e inclui teste de curso, 2 controles e nota fiscal com garantia de 1 ano.

    Cremalheira do portão deslizante está gasta aqui em Vila Guilherme, dá pra trocar só a peça?

    Sim. Em Vila Guilherme substituímos apenas a cremalheira gasta (não precisa trocar o motor). Usamos cremalheira de nylon reforçado ou aço carbono de 1 metro, fixada com parafusos novos no portão. O serviço inclui realinhamento do pinhão do motor e regulagem de fim de curso. Tempo médio: 1h30.

    Qual a diferença entre manutenção preventiva e corretiva em portão automático em Vila Guilherme?

    A preventiva em Vila Guilherme envolve lubrificação de engrenagens, regulagem de fim de curso, aperto da cremalheira, verificação do capacitor e teste de controles — feita 1x por ano evita 80% das quebras. A corretiva só entra em ação quando o portão já parou de funcionar e costuma sair mais cara porque pode envolver troca de placa, motor ou cremalheira queimada.

    Motor Rossi DZ está estalando e não abre o portão aqui em Vila Guilherme, o que pode ser?

    Estalo no Rossi DZ em Vila Guilherme quase sempre é engrenagem de nylon desgastada dentro do redutor, ou cremalheira desalinhada raspando no pinhão. Se o motor zumbe e não gira, some o capacitor queimado. O conserto envolve abrir o redutor, trocar a engrenagem e realinhar a cremalheira — fazemos no local em Vila Guilherme no mesmo dia.

    Portão Garen ficou pesado e o motor não sobe mais em Vila Guilherme, o motor queimou?

    Nem sempre. Em Vila Guilherme esse sintoma no Garen costuma ser mola de torção vencida (no basculante) ou rolamento do eixo travado — o motor fica sobrecarregado tentando levantar peso a mais e desarma. Antes de condenar o motor, trocamos a mola e lubrificamos os mancais. Se mesmo assim o motor não tiver força, aí sim avaliamos rebobinar ou trocar.

    Quanto tempo leva a troca de cabo de aço de portão basculante em Vila Guilherme?

    Em Vila Guilherme a troca de cabo de aço de portão basculante (Garen, PPA ou Peccinin) leva em média 40 a 60 minutos. Trocamos sempre o par de cabos (não só o rompido), reajustamos a mola de torção e testamos o curso completo do motor. Levamos cabo galvanizado 4mm na van, então não precisa esperar pedido de peça.

    Meu portão não responde ao controle remoto em Vila Guilherme, o que pode ser?

    Quando o portão para de responder ao controle em Vila Guilherme, verifique nesta ordem: (1) pilha do controle — mesmo controles novos vêm com pilhas fracas; (2) antena da central dobrada ou rompida; (3) códigos perdidos após queda de energia — alguns modelos exigem reprogramação. Se a luz do controle acende mas o portão ignora, geralmente é a placa receptora. Atendemos no mesmo dia em Vila Guilherme.

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