O que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m) em Poá?

    O que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m) Resposta especializada para Poá — técnicos credenciados, peças originais e atendimento rápido.

    Conserto e instalação de portão automático em Poá

    O que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m) em Poá?

    O que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m)

    O curso é o comprimento do trilho do motor. Para um portão padrão de 2,40m de altura, um trilho de 1,4m ou 1,5m costuma ser suficiente. Se o seu portão for mais alto que o padrão, você precisará de um trilho de 2,0m ou mais para garantir que o portão levante o suficiente para o carro passar.

    Atendimento em Poá e região.

    Por que tantos clientes de Poá buscam o que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m) em poá

    Quando o problema é Cabo de aço quebrado ou quase quebrando, a maioria dos moradores e síndicos de Poá já percebeu que adiar o conserto só piora o estrago. O nosso plantão técnico funciona justamente para evitar que uma falha pequena evolua para uma troca completa de motor, com custo muito maior. Aqui você encontra solução rápida, peças originais e técnicos com mais de 25 anos de experiência.

    Diagnóstico técnico do problema

    Em situações de Cabo de aço quebrado ou quase quebrando, o procedimento correto começa com a inspeção da fiação, do capacitor e do estado mecânico do motor. Muitos técnicos despreparados trocam peças que ainda estavam boas — nós trabalhamos o oposto: medimos tensão, testamos componente a componente e só substituímos o que está realmente danificado.

    A solução mais comum nesse cenário envolve Codificação de controles remotos novos Garen, Rossi, PPA e Peccinin, executada com peças de linha original PPA, Rossi, Peccinin ou Garen — nunca paralelas, nunca recondicionadas sem aviso. Atendimento rápido em ruas residenciais e comerciais de Poá. Não deixe sua segurança em risco esperando o dia seguinte.

    Compromisso com quem confia em nós

    Cada chamado de o que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m) em poá em Poá é tratado como prioridade. Garantia de 1 ano em motor, peças originais, nota fiscal e técnicos treinados de fábrica. É essa combinação que faz dos nossos clientes os maiores divulgadores do nosso trabalho na região.

    Veja como funciona na prática

    Assista a este vídeo rápido com dicas de manutenção e operação do seu portão automático.

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    Perguntas Frequentes sobre O que é o 'curso' do motor basculante e como escolher o tamanho certo (1,4m, 1,5m, 2,0m) em Poá?

    O que fazer quando o portão não abre?

    Como proteger o controle remoto para não acionar o portão sem querer?

    O que é a tecnologia Jetflex (Inverter) nos motores de portão?

    Como programar o controle remoto?

    Como calcular corretamente a potência em HP ou frações de cavalo de um motor para portão basculante ou deslizante sem errar no peso da chapa e no fluxo de abertura?

    Dimensionar a potência de um automatizador de portão eletrônico exige uma análise técnica que vai além do peso estático da estrutura, englobando o tipo de movimentação física (deslizamento horizontal ou elevação basculante) e a quantidade de ciclos de abertura e fechamento que o equipamento executará em seu pico de uso diário. No mercado brasileiro, as potências mais comuns são divididas em frações de cavalo-vapor, sendo as principais de 1/4 HP, 1/3 HP e 1/2 HP, além dos motores industriais de 1 HP ou superiores. Para um portão deslizante residencial padrão, construído em alumínio leve ou grade de ferro leve medindo até 3 metros de largura e pesando até 300 kg, um motor com potência de 1/4 HP é tecnicamente suficiente, desde que os rolamentos das roldanas inferiores estejam perfeitamente alinhados, lubrificados e sem pontos de travamento no trilho guia. Caso o portão seja do tipo basculante (que eleva a folha principal por meio de cabos de aço e caixas de contra-peso laterais), a física do movimento altera o esforço mecânico exigido do estator. Mesmo que o portão basculante esteja idealmente balanceado — isto é, que você consiga erguê-lo manualmente com o esforço de apenas um dedo no modo desengatado —, a inércia inicial para tirar a folha do chão exige um torque de partida robusto. Portanto, para estruturas basculantes residenciais de chapa fechada ou madeira de até 400 kg, recomenda-se obrigatoriamente migrar para uma potência mínima de 1/3 HP, que oferece uma margem de segurança contra variações térmicas que dilatam os trilhos estabilizadores. Quando o cenário envolve fluxos coletivos, como condomínios residenciais horizontais ou verticais e portarias de empresas com mais de 30 veículos cadastrados, o cálculo da folha de peso perde relevância frente ao fator de ciclo ( duty cycle). Um motor de 1/4 HP operando sob calor intenso em um fluxo ininterrupto sofrerá superaquecimento do estator, ativando o protetor térmico interno e travando o portão aberto. Nesses ambientes de alto fluxo, mesmo para portões leves, a engenharia mecânica exige a instalação de motores de 1/2 HP ou modelos inversores trifásicos de alta performance (como os motores JetFlex da PPA ou Rossi Nitro), que operam frios graças ao gerenciamento de frequência eletrônica das centrais de comando modernas.

    O motor faz barulho de estalo, é normal?

    O que fazer quando a cremalheira do portão de correr está "comida" ou gasta?

    Qual a vantagem de usar um motor basculante com trilho de alumínio em vez de aço?

    O que é soft start no motor de portão?

    Qual a tensão ideal para motor de portão?

    O que causa o rompimento frequente do cabo de aço em portões basculantes e como a manutenção preventiva evita acidentes graves de esmagamento?

    O rompimento do cabo de aço em sistemas de portão automático do tipo basculante é uma das falhas mecânicas mais perigosas do setor de serralheria e automação, representando um risco iminente de acidentes graves com danos materiais a veículos e lesões físicas severas a pedestres caso a folha do portão desabe sem amortecimento. O cabo de aço em um portão basculante tem a função estrutural crítica de interligar o ponto superior da folha do portão à caixa de contra-peso lateral que corre por dentro da coluna de ferro. A quebra desse cabo ocorre quase sempre devido a três fatores cumulativos: fadiga por flexão repetida, falta de lubrificação adequada e desalinhamento das polias superiores de desvio. Toda vez que o automatizador eleva ou abaixa o portão, o cabo de aço é forçado a se dobrar e desdobrar ao redor do canal da polia superior. Esse movimento contínuo de flexão gera microfissuras internas nos filamentos de aço que compõem as pernas do cabo. Se o diâmetro da polia instalada for menor do que o especificado para a espessura do cabo utilizado, o estresse por flexão mecânica é multiplicado exponencialmente, acelerando o processo de fadiga dos fios metálicos. Além disso, a falta de aplicação periódica de lubrificantes protetivos específicos para cabos de aço faz com que os filamentos internos sofram atrito seco entre si e entrem em processo de corrosão oxidativa causada pela umidade do ar e da chuva, fragilizando o núcleo de sustentação. Para evitar sinistros de esmagamento, a manutenção preventiva deve instituir uma rotina semestral de inspeção visual detalhada ao longo de toda a extensão do cabo, procurando por fios soltos ou desfiados (gaiolas de passarinho), amassamentos, redução localizada do diâmetro ou sinais de ferrugem. Polias com canais desgastados ou rolamentos travados que forçam o cabo de aço a raspar na guia de ferro da coluna também devem ser trocadas imediatamente. Complementarmente, a instalação de um sistema mecânico de segurança contra quedas (conhecido como freio de segurança antiqueda para portão basculante) é altamente recomendada, pois trava a folha do portão instantaneamente nas guias laterais caso o cabo de aço principal venha a se romper abruptamente.

    Como proteger a fiação do motor de portão contra cortes e sabotagens?

    Quais os riscos de utilizar cabos de aço inoxidável (Inox) em portões basculantes e por que eles são mais sensíveis à fadiga mecânica por dobra que o aço carbono?

    À primeira vista, a especificação técnica de cabos de aço inoxidável (como as ligas Inox AISI 304 ou 316) parece ser a solução definitiva para eliminar os problemas crônicos de ferrugem e pó vermelho em portões basculantes instalados em regiões litorâneas sujeitas à ação severa da maresia ou em indústrias químicas. De fato, o aço inoxidável oferece uma resistência à corrosão química e oxidação atmosférica infinitamente superior ao aço carbono galvanizado comum. Contudo, no campo da engenharia mecânica de fadiga de materiais, os cabos de aço inox possuem uma propriedade mecânica que os torna altamente vulneráveis em sistemas de portões basculantes automáticos: eles apresentam uma **menor resistência à fadiga por flexão repetida** e um menor limite de escoamento elástico em comparação com os cabos de alta liga de aço carbono de torção especial. O aço inoxidável austenítico sofre um fenômeno metalúrgico chamado encruamento por trabalho mecânico de forma muito mais acentuada. À medida que o cabo de inox é forçado pelo motor elétrico (PPA, Garen ou Rossi) a se dobrar e desdobrar continuamente ao redor das polias superiores de desvio (que frequentemente possuem diâmetros pequenos de apenas 3 ou 4 polegadas), as microestruturas cristalinas do metal inox tornam-se extremamente rígidas, duras e quebradiças de forma localizada. Como consequência direta dessa fragilização mecânica por flexão cíclica, o cabo de aço inox, embora permaneça perfeitamente brilhante, limpo e livre de qualquer sinal de ferrugem por fora, desenvolve microtrincas internas de fadiga severa que se propagam rapidamente por todo o núcleo, levando à ruptura abrupta do cabo de forma repentina sob cargas de torque que um cabo de aço carbono galvanizado suportaria com elasticidade, exigindo diâmetros de polias muito maiores caso o inox seja de fato obrigatório na instalação local.

    O que fazer se o motor basculante 'perde a memória' e passa do limite de abertura?

    Como proteger a central de comando do basculante contra formigas e insetos?

    De quanto em quanto tempo deve ser feita a substituição preventiva do cabo de aço do portão basculante em residências e em condomínios de alto fluxo?

    A periodicidade para a substituição preventiva dos cabos de aço de um portão automático do tipo basculante não deve se basear em estimativas temporais genéricas, mas sim na correlação direta entre o fator de fluxo de acionamento (número de ciclos diários) e o grau de exposição mecânica e climática aos quais o sistema é submetido. Como o aço sofre fadiga estrutural progressiva e cumulativa a cada ciclo de flexão ao redor das polias superiores, os limites seguros de engenharia recomendam diretrizes estritas de manutenção:

    * **Em Residências Convencionais (Baixo Fluxo - Até 10 ciclos por dia):** A inspeção visual detalhada deve ser realizada semestralmente pelo proprietário ou técnico. A substituição preventiva e obrigatória dos cabos de aço deve ocorrer a cada **2 anos (24 meses)**, mesmo que visualmente o cabo pareça saudável e livre de ferrugem, para neutralizar a fadiga invisível por flexão contínua.
    * **Em Condomínios Residenciais Verticais ou Empresas (Alto Fluxo - Acima de 50 ciclos por dia):** O cabo de aço trabalha sob regime de estresse mecânico severo de fadiga acelerada. Nestes ambientes, a inspeção técnica visual por empresa especializada de automação (analisando desgaste de pernas e presença de filamentos partidos) deve ser feita mensalmente de forma rigorosa. A troca preventiva de todo o conjunto de cabos de aço deve ser realizada impreterivelmente a cada **6 meses** em condomínios de fluxo extremo ou, no máximo, a cada **12 meses** em condomínios de médio fluxo.

    Aguardar o cabo de aço se romper para efetuar a manutenção corretiva é uma negligência que acarreta custos financeiros infinitamente superiores (reparo de serralheria empenada, troca de braços de tração do motor PPA ou Garen destruídos pelo impacto) e expõe o condomínio a processos civis e criminais graves em caso de acidentes com lesões corporais a pedestres ou esmagamento de veículos na eclusa de segurança.

    Posso automatizar portão de garagem subterrânea?

    Como funciona a função de exclusão de controles perdidos na memória da central do portão automático e por que não é possível apagar apenas um controle específico sem o painel digital?

    A gestão de segurança dos códigos de radiofrequência autorizados a acionar um portão eletrônico residencial ou condominial é realizada por meio de uma memória não-volátil do tipo EEPROM integrada ao microcontrolador principal da central eletrônica de comando (como as placas Garen Wave ou PPA Pop). Quando um novo controle remoto é cadastrado (gravado), a placa captura a sequência binária única transmitida pelo chip do controle e a armazena em um endereço de índice sequencial dentro dessa memória interna. Um problema de segurança crítico ocorre quando um morador perde o seu controle remoto na rua ou tem o chaveiro roubado: o dispositivo perdido continua sendo uma chave válida capaz de abrir o portão do imóvel a qualquer momento. Para solucionar essa vulnerabilidade, o usuário precisa efetuar o procedimento de exclusão de memória. Nas centrais eletrônicas analógicas convencionais de baixo custo, **não é tecnicamente possível deletar as informações de apenas um controle remoto específico de forma isolada**. Isso ocorre porque essas placas simples não possuem uma interface de tela (display digital ou visor LCD) que permita ao técnico navegar visualmente pelos endereços de memória para identificar qual ID de bit corresponde ao controle que foi perdido. O microprocessador lê a memória como um bloco de dados consolidado. Portanto, para eliminar o controle perdido nessas placas, o usuário é obrigado a executar o comando de **Reset Total de Memória** (geralmente mantendo pressionado o botão 'PROG' ou 'CR' da placa por cerca de 10 a 15 segundos até que os LEDs indicadores pisquem confirmando a limpeza). Esse comando limpa a tabela inteira da EEPROM de uma vez só, apagando o controle perdido, mas também invalidando todos os outros controles remotos legítimos dos outros moradores da casa. Após o reset, torna-se obrigatório recolher todos os controles restantes e cadastrá-los um por um novamente na placa. Esse retrabalho massivo só é evitado em centrais eletrônicas condominiais premium de alta linha ou que utilizem displays digitais programadores externos (como as centrais inversoras com displays da Peccinin Nice ou programadores PPA PROG), onde cada controle é gravado associado ao número do apartamento ou nome do morador, permitindo que o administrador localize o endereço exato do controle perdido e delete estritamente aquela linha da memória sem afetar o restante dos usuários do condomínio.

    Por que a placa do portão queima com frequência em dias de chuva?

    Qual a importância do disjuntor exclusivo para o motor do portão?

    Qual a diferença do motor AC e DC?

    A diferença primordial entre um motor AC (Corrente Alternada) e um motor DC (Corrente Contínua) na automação de portões reside na eficiência térmica, no controle de velocidade e na capacidade de operação contínua sob regimes severos de uso. Os motores **AC (Corrente Alternada)** são os modelos convencionais do mercado residencial (operando diretamente em 127V ou 220V da rede). Eles dependem de um capacitor de partida para gerar o torque inicial e sofrem com o fenômeno de perda de energia por calor (escorregamento magnético). Isso limita o seu ciclo de trabalho (duty cycle): se um motor AC abrir o portão muitas vezes seguidas, o protetor térmico bimetálico interno desliga a máquina para evitar que os fios de cobre derretam, deixando o portão inoperante por cerca de 15 minutos até esfriar. Já os motores **DC (Corrente Contínua)**, especialmente os modernos motores de tecnologia Brushless de 24V, funcionam através de uma placa eletrônica que retifica a energia da rede. Como o rotor utiliza ímãs permanentes em vez de bobinados induzidos, não há atrito elétrico ou geração de calor excessivo nos bastidores mecânicos. A grande vantagem técnica do motor DC é permitir o controle absoluto das rampas de aceleração e frenagem suave através da variação de tensão digital, além de oferecerem **Ciclo de Trabalho de 100% Contínuo** (podem abrir e fechar o portão milhares de vezes sem parar), sendo os únicos recomendados para prédios comerciais e grandes condomínios residenciais.

    Quais as vantagens técnicas do sistema de encoder com sensor Hall em comparação com os tradicionais ímãs de fim de curso em motores de portão?

    A evolução dos sistemas de posicionamento espacial em motores de portão eletrônico levou à substituição gradativa dos tradicionais sensores magnéticos REED Switches (acionados por ímãs físicos fixados externamente) pelos modernos sistemas de leitura digital baseados em sensores de efeito Hall combinados com discos magnéticos de múltiplas polaridades (encoders). Nos sistemas tradicionais com REED Switch e ímãs, a placa de comando só recebe informação de posicionamento em dois momentos exatos: quando o portão está totalmente aberto ou totalmente fechado. Durante todo o restante do percurso, a central opera "às cegas", calculando o tempo de desaceleração e parada com base em estimativas de tempo de trabalho. Isso gera imprecisões severas, pois se o portão sofrer uma variação de peso por falta de lubrificação ou oscilação na tensão da rede elétrica, ele pode desacelerar antes da hora ou bater contra o batente antes de desligar. O sistema de encoder com sensor Hall (padrão em motores de alta performance como Rossi Nitro, Peccinin Sprint e motores rápidos da PPA) elimina essa limitação física. O sensor Hall fica posicionado internamente junto ao eixo de rotação do motor, fazendo uma leitura contínua dos pulsos magnéticos gerados a cada fração de volta do induzido. Isso significa que a central eletrônica sabe exatamente, em termos de milímetros, a posição exata da folha do portão a cada milissegundo do trajeto. As vantagens técnicas dessa abordagem são avassaladoras: a central consegue programar rampas de desaceleração cirúrgicas que começam exatamente no mesmo ponto em todas as aberturas, independentemente de variações climáticas ou de energia. Além disso, o sistema de encoder atua diretamente na segurança antiesmagamento: se o portão encontrar qualquer resistência que reduza a rotação do eixo por uma fração mínima de milissegundos, a central detecta a mudança de frequência de pulsos do sensor Hall e executa a reversão instantânea do motor, oferecendo um nível de proteção a crianças, pedestres e veículos muito superior aos sistemas baseados apenas em medição de corrente elétrica ou sensores REED simples.

    O que é a função de "Cerca Eletrônica" ou "Pânico" no comando do portão?

    Como funciona a fotocélula anti-esmagamento ativa por feixe infravermelho e qual a norma de segurança para instalação desse componente em portões residenciais?

    A fotocélula antiesmagamento ativa por feixe de luz infravermelha invisível é o dispositivo de segurança periférico mais importante de um portão eletrônico, atuando como um sensor de barreira fotoelétrica que impede o fechamento do portão caso a linha de visada entre o emissor e o receptor seja interrompida por um objeto, veículo, animal doméstico ou criança. O sistema é composto por duas pequenas caixas de plástico ABS instaladas em lados opostos do vão do portão: o transmissor (TX) e o receptor (RX). O transmissor emite continuamente um feixe de luz focado na frequência do espectro infravermelho (invisível ao olho humano), que é captado e decodificado de forma constante pelo circuito fotossensível do receptor. O receptor possui internamente um relé eletrônico cujos contatos (Normalmente Fechado - NF ou Normalmente Aberto - NA) são interligados diretamente à entrada de segurança identificada como 'PHOTO' ou 'BOT' na central de comando do motor PPA, Rossi ou Garen. Enquanto o feixe estiver alinhado e sem interrupções, o circuito permanece em estado seguro. No momento em que um veículo para no vão do portão ou uma criança corre atravessando a linha, o feixe infravermelho é cortado de forma instantânea; o relé do receptor muda de estado elétrico e envia um sinal de interrupção prioritário para o microcontrolador da placa do portão. Se o portão estiver em processo de fechamento, a placa interrompe imediatamente o fornecimento de energia para a bobina de descida e reverte o motor para o sentido de abertura total, neutralizando qualquer risco de prensagem mecânica. De acordo com as normas de segurança nacionais e internacionais (como as diretrizes da ABNT e normas europeias de segurança em automação), a instalação da fotocélula ativa deve respeitar parâmetros rígidos: a altura ideal de fixação dos sensores em relação ao chão deve ser de **50 centímetros**, que corresponde à altura média do para-choque de automóveis e à linha de tronco de crianças pequenas. Em locais com alto fluxo de caminhões ou utilitários altos, recomenda-se a instalação de um segundo par de fotocélulas a uma altura de 1 metro para evitar zonas cegas de detecção embaixo dos chassis elevados.

    Como configurar o freio eletrônico (Inversão de Fase) em centrais analógicas comuns para zerar o balanço do portão deslizante?

    Problemas com seu motor?

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    Sintomas comuns e o que fazer em Poá

    Antes de chamar o técnico, veja se o seu problema se encaixa em algum destes casos. Atendimento técnico próprio em Poá — sem terceirização.

    Quando o portão eletrônico não responde ao controle remoto em Poá

    Atendimento especializado para quando o portão eletrônico não responde ao controle remoto: trocamos pilhas, reprogramamos códigos e, se necessário, substituímos a placa receptora no mesmo dia. Em Poá costumamos resolver esse tipo de chamado em uma única visita.

    Cabo de aço partido ou portão fora do trilho em Poá

    Fazemos troca de cabo de aço partido e manutenção de portão automático pesado ou fora do trilho. Reposicionamos a folha, alinhamos os rolamentos e regulamos o fim de curso. Esse é o tipo de serviço que não dá pra adiar — o portão fora do trilho pode despencar.

    Portão fazendo barulho estranho ou abrindo muito devagar em Poá

    Se o motor está fazendo um barulho diferente do normal ou demorando mais que o habitual para abrir, geralmente é capacitor envelhecido, engrenagem sem lubrificação ou cremalheira gasta. Nosso técnico em Poá chega com as peças mais usadas já na van.

    Conserto de motor de portão basculante e deslizante em Poá

    Atendemos os dois tipos de portão mais comuns em Poá: basculantes residenciais (aqueles que sobem) e deslizantes de correr (com cremalheira). Trabalhamos com motores PPA, Rossi, Garen, Peccinin e DZ — originais e com garantia.

    Garantia e Segurança para quem mora em Poá

    Compromissos institucionais que valem para cada chamado em Poá.

    Garantia de 1 ano em peças e serviço

    Cobertura contratual em todos os motores instalados e reparos executados pela equipe técnica.

    Técnicos credenciados e treinados de fábrica

    Equipe própria, uniformizada, com treinamento oficial nos padrões PPA, Rossi, Garen e Peccinin.

    Atendimento em regiões da Grande São Paulo

    Capital, Guarulhos, Osasco e demais municípios da região metropolitana.

    Nota fiscal em todos os serviços

    Emissão de NF-e para pessoa física e jurídica em cada instalação ou reparo executado.

    Peças originais na van do técnico

    Capacitor, controle, placa e cremalheira embarcados — sem espera por pedido separado.

    25 anos de experiência no segmento

    Empresa especializada em automação de portões residenciais, prediais e industriais desde 1999.

    Perguntas Frequentes — Portão Automático em Poá

    Cremalheira do portão deslizante está gasta aqui em Poá, dá pra trocar só a peça?

    Sim. Em Poá substituímos apenas a cremalheira gasta (não precisa trocar o motor). Usamos cremalheira de nylon reforçado ou aço carbono de 1 metro, fixada com parafusos novos no portão. O serviço inclui realinhamento do pinhão do motor e regulagem de fim de curso. Tempo médio: 1h30.

    Motor Rossi DZ está estalando e não abre o portão aqui em Poá, o que pode ser?

    Estalo no Rossi DZ em Poá quase sempre é engrenagem de nylon desgastada dentro do redutor, ou cremalheira desalinhada raspando no pinhão. Se o motor zumbe e não gira, some o capacitor queimado. O conserto envolve abrir o redutor, trocar a engrenagem e realinhar a cremalheira — fazemos no local em Poá no mesmo dia.

    Vocês atendem emergência noturna de portão travado em Poá?

    Sim — em Poá temos plantão para portão preso aberto (risco de invasão) ou fechado com carro dentro. O técnico chega com chave de destravamento manual e ferramentas para abrir o portão mesmo sem energia. Acionar plantão agora →

    Vocês instalam motor novo de portão em Poá no mesmo dia?

    Sim. Em Poá mantemos estoque de motores PPA, Rossi, Peccinin e Garen prontos para instalação no mesmo dia para portões basculantes, deslizantes e pivotantes residenciais. A instalação completa leva de 2h a 4h e inclui teste de curso, 2 controles e nota fiscal com garantia de 1 ano.

    Portão fica abrindo sozinho aqui em Poá, é falha de segurança?

    Em Poá esse sintoma normalmente é interferência de sinal (outro controle na mesma frequência), botoeira interna com contato grudado, ou placa receptora com curto. Trocamos a frequência do controle para learning code (rolling) ou substituímos a botoeira. Resolve em uma visita.

    Quanto custa a troca completa de motor de portão em Poá?

    Em Poá a troca de motor (PPA, Rossi, Peccinin ou Garen) com instalação fica entre R$ 800 e R$ 1.400, dependendo do tipo de portão (basculante, deslizante ou pivotante) e da potência. Inclui motor novo, suporte, cremalheira (no deslizante), 2 controles e 1 ano de garantia no motor.

    Placa eletrônica do portão queimou após raio em Poá, troca só a placa?

    Na maioria dos casos sim. Em Poá avaliamos a placa central no local: se só os componentes de entrada (varistor, fusível, relé) queimaram, conseguimos reparar por R$ 180 a R$ 250. Se o microcontrolador foi atingido, trocamos a placa completa. Recomendamos instalar DPS na alimentação para não repetir o problema.

    Meu portão não responde ao controle remoto em Poá, o que pode ser?

    Quando o portão para de responder ao controle em Poá, verifique nesta ordem: (1) pilha do controle — mesmo controles novos vêm com pilhas fracas; (2) antena da central dobrada ou rompida; (3) códigos perdidos após queda de energia — alguns modelos exigem reprogramação. Se a luz do controle acende mas o portão ignora, geralmente é a placa receptora. Atendemos no mesmo dia em Poá.

    Controle remoto Peccinin parou de funcionar em Poá, precisa trocar tudo?

    Não. Em Poá a maioria dos chamados de controle Peccinin que "parou" se resolve sem trocar a central: (1) reprogramamos o código na placa receptora (perde memória após queda de energia), (2) trocamos a pilha 12V A23, ou (3) substituímos só o controle (R$ 45 a R$ 80). Só quando a placa receptora está queimada é que precisa trocar a central.

    O que fazer quando o motor PPA fica estalando ou travado em Poá?

    Estalos e travamentos em motores PPA em Poá costumam ter três causas: (1) cremalheira ou pinhão desgastados, que perdem os dentes e travam o curso; (2) capacitor de partida fraco, que faz o motor zumbir sem girar; (3) falta de lubrificação nas engrenagens ou trilho sujo. Desligue o portão da tomada e chame um técnico antes que o problema queime a placa eletrônica.

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